segunda-feira, 5 de maio de 2014
segunda-feira, 14 de abril de 2014
domingo, 13 de abril de 2014
Que memória, depois, guardarei eu deste tempo?
Kasparov (outra vez ele) falou de memória e de fantasia. E, claro, também do tempo.
Sem as querer anular, acho sempre que a fantasia também é (porque se faz de) memória e que a memória é, numa boa parte, fantasia.
Podia ficar a faltar o tempo mas, desse, pode apenas apropriar-se a memória.
É pouco - como a carne. Mas já é alguma coisa.
Devo andar criativo...
- o que, evidentemente, não é bom: pelos desassossegos e pela abundância nefasta de vírgulas.
sábado, 12 de abril de 2014
segunda-feira, 7 de abril de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
O tempo e a música
Dizem - digo eu, pelo menos - que a música tem a singular propriedade, verdadeiramente única, de ser capaz de nos transportar no tempo, fazendo-nos sentir, depois de certo tempo ter passado, exactamente como sentíamos certas coisas num outro tempo.
Visceralmente.
Não se trata de um efeito inteiramente voluntário, porque resulta apenas - ao menos inteiramente - quando a música em questão está um certo tempo (outra vez o tempo...) sem ser ouvida.
Todavia, o efeito pode ser parcialmente voluntário (ou até induzido), pese embora isso seja certamente abnorme: podemos passar x anos sem ouvir certo tema para que depois possamos sentir, num momento futuro, o que cá atrás sentíamos (e como, cá atrás, o sentíamos).
Todos sabemos que este se trata de um efeito maravilhoso (porque realmente mágico) mas que, decerto, é conhecido e experimentado por muitos (e eu acrescento: ainda bem!).
Fenómeno diferente (e, para mim, desconhecido até há bem pouco tempo) é um outro.
Refiro-me à música de que sempre moderadamente gostámos mas à qual, por uma ou outra razão, nunca ligámos muito e que, um dia qualquer, também por razão alguma, nos toma de assalto e nos esmaga por, de repente, a acharmos monumental.
A música "não nos diz nada" (isto é: não opera em nós o efeito que primeiramente descrevi porque, como música, era insignificante) mas passa, subitamente, a dizer-nos muito, sem que possamos compreender porque nunca nos tinha dito nada.
Qual metamorfose, é uma outra propriedade assombrosa. Também por ser - esta sim - integralmente alheia à nossa vontade.
E talvez também porque, num exercício maquinal, logo nos damos conta de que projectamos que a mesma música - velha e por nós conhecida, mas só agora verdadeiramente por nós descoberta - nos poderá transportar, num momento futuro, cá para trás.
Quando quisermos.
Abril de 2014
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
domingo, 23 de fevereiro de 2014
Vigorous writing (E.B. White)
"Vigorous writing is concise. A sentence should contain no unnecessary words, a paragraph no unnecessary sentences, for the same reason that a drawing should have no unnecessary lines and a machine no unnecessary parts. This requires not that the writer make all his sentences short, or that he avoid all detail and treat his subjects only in outline, but that every word tell" - E.B. White (Elements of style).
sábado, 15 de fevereiro de 2014
Numa '"ânsia colectiva de tudo fecundar" (José Mário Branco): a minha esquerda
Se lhe chamam esquerda, nisto sou de esquerda. Porque esta é a minha esquerda - aquela que, para mim, é a verdadeira esquerda e de que pouco me importa que dela me aproprie. Aquela para a qual não releva o contraste entre direita e esquerda (o que é isso?), por ser irredutível o que acima disso paira e verdadeiramente interessa (e que - ainda bem... - nao tenho que descrever aqui).
Guardei isto (na sua absoluta genialidade), para mim, durante 15 anos, mesmo sabendo que não era só meu e que a ficção de que fosse (que eu sabia, sem pudor, ser intolerável) não importava.
Mesmo há 15 anos - e sem que isso também relevasse ou, de algum modo, a razão importasse - eu já sabia, para desconforto de alguns (que nunca, em rigor, compreendi), quem tinha sido Pinheiro de Azevedo, Acácio Barreiros, Jaime Neves e outros, que salpicam o início triunfal de "FMI".
Mas foi há bem menos tempo que descobri que o que, afinal, mais releva em o "FMI" é isto, no que hoje encontro, também, a tal (minha) esquerda, bem diferente - e acima - daquilo que se convencionou chamar-se de "esquerda" (ou de "direita"):
"Eu quero desnascer, ir-me embora, sem ter que me ir embora. Mãe, por favor, tudo menos a casa em vez de mim, outro maldito que não sou senão este tempo que decorre entre fugir de me encontrar e de me encontrar fugindo, de quê mãe? Diz, são coisas que se me perguntem? Não pode haver razão para tanto sofrimento. E se inventássemos o mar de volta, e se inventássemos partir, para regressar. Partir e aí nessa viajem ressuscitar da morte às arrecuas que me deste. Partida para ganhar, partida de acordar, abrir os olhos, numa ânsia colectiva de tudo fecundar, terra, mar, mãe... Lembrar como o mar nos ensinava a sonhar alto, lembrar nota a nota o canto das sereias, lembrar o depois do adeus, e o frágil e ingénuo cravo da Rua do Arsenal, lembrar cada lágrima, cada abraço, cada morte, cada traição, partir aqui com a ciência toda do passado, partir, aqui, para ficar..."
Foi aqui que, confesso, não resisti a recostar-me numa almofada (decerto, para alguns, de cunho capitalista) e, despropositadamente (mas com um sorriso), lembrar-me de Sócrates. Sim, de José Sócrates e da sua "esquerda" (a par da de outros)... Ele há coisas do diabo!
Demorei também demasiado tempo a descobrir isto (é para ouvir de fio a pavio):
Mas cheguei cá a tempo.
Afinal, José Mário Branco tambem diz que "resistir é vencer" (o nome do disco e do concerto). Como se vê (e ele que me perdoe), trata-se apenas de dizer - numa língua diferente da de Churchill e partindo de outro ilhéu ideológico (porventura de apriorismos mais sãos) - "we shall never surrender".
Não há, no que verdadeiramente interessa (que é muito pouco), diferenças de monta.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
O Pedro e a Carolina
Deambulando, encontrei isto no Malomil (ver este link e o link para que ele remete).
Nao me soube a uma historia como outra qualquer.
O (meu) mundo esta' perigoso.
(Afinal, dizem que hoje e' dia dos namorados).
Nao me soube a uma historia como outra qualquer.
O (meu) mundo esta' perigoso.
(Afinal, dizem que hoje e' dia dos namorados).
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Isoldes Liebestod - Waltraud Meier
I'm back on track.
Once more.
Os ultimos dias foram passados em Guilege, Canquelifa e Madina do Boe.
Por Tete tambem passei.
domingo, 19 de janeiro de 2014
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
sábado, 11 de janeiro de 2014
Demasiado perigoso
"I just can't listen to any more Wagner, you know... I'm starting to get the urge
to conquer Poland" - Woody Allen.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
domingo, 5 de janeiro de 2014
sábado, 4 de janeiro de 2014
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
sábado, 28 de dezembro de 2013
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Bom Natal
Quis eu - e o destino também - que este Natal seja passado na Ásia.
Depois do desencanto (nem sei bem por que razão) com os últimos Natais, far-me-á bem que assim seja. Re-aprenderei - como tantas outras coisas que já soube (e que agora descobri outra vez) - o valor do Natal.
Do que já estou certo é de, outra vez, ser capaz de dizer (coisa que nos últimos anos não fiz, por não conseguir fazê-lo senão com inteira genuinidade): Bom Natal!
Muitas vezes - e para muitas coisas - é preciso estar longe. Não pelo prazer de ir ou de ficar. Mas pela alegria de voltar.
domingo, 15 de dezembro de 2013
domingo, 8 de dezembro de 2013
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
domingo, 1 de dezembro de 2013
domingo, 24 de novembro de 2013
Kasparov vs Magnus Carlsen
Em 2004, Kasparov jogou num torneio - como o video demonstra - contra Magnus Carlsen. Carlsen tinha 13 anos de idade e um comportamento desconcertante. Empataram.
Esta semana, Carlsen sagrou-se campeao do mundo de xadrez (contra Anand).
Chamam-lhe o "Mozart do Xadrez". Quem o treina? Kasparov.
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
O meu encontro com Kasparov
Hoje conheci Kasparov.
Na minha imensa insignificância, confesso que não
resisti à tentação de o olhar nos olhos. Tentei repetidas vezes – para lhe
captar a expressão deles. Saboreei-o umas poucas.
Disse-lhe, no fim daqueles curtos minutos:
"It was a great honor to meet you".Logo no momento seguinte, compreendi que nunca uma formalidade tinha feito tanto sentido quando dita por mim a um estranho.
Foi como apertar a mão a um pedaço da História. Perturbante mas feliz.
E era apenas um homem.
PS – Ainda era
dia 20. Kasparov veio a Macau (onde estará dois dias) para promover a sua
candidatura a presidente da FIDE. Oxalá ganhe.
domingo, 17 de novembro de 2013
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Sad but true (os relatos e o Benfica deste ano)
"O futebol tem o dobro da piada quando é visto através da rádio. Os profissionais do relato transformam um jogo de futebol numa tempestade de raios e coriscos. No relato, os futebolistas calçam uns patins homéricos e deslizam por ali como deuses gregos, como criaturas aladas que só precisam de três segundos para irem de uma baliza à outra, e há sempre adrenalina mesmo quando a bola está num meinho entediante, a nossa equipa está sempre na iminência de marcar golo mesmo quando a bola está no nosso guarda-redes. Não por acaso, a minha reacção ao meu primeiro jogo no estádio foi um lapidar "pai, eles correm devagarinho" . Habituado a ver o Benfica pelos relatos da Renascença, achei estranha a lentidão do jogo ali no estádio. Afinal, não eram deuses com asas, só gajos com chuteiras. Aliás, confesso que nunca me reconciliei com a velocidade normal do jogo. Sempre que vou ao estádio fico com a sensação de que estou a ver o slow motion de uma coisa que devia estar em fast forward.
Invoco os santos dias da rádio para ter os instrumentos certos para descrever o entediante Benfica deste ano. É que o Benfas 13/14 é um bocejo até na rádio. Nem os relatos conseguem dar alguma beleza a esta equipa. Os homens que relataram para a Renascença o jogo de quarta-feira não escondiam o tédio. E a modorra é mais do que justificada, diga-se. Acorrentada ao trauma da época passada, presa a um treinador que não pode respeitar, a equipa não corre, não pensa, não arrisca. O Benfica 13/14 é tão entusiasmante como quatro velhinhas a jogar canasta. Sim, o último Benfica de Jesus é um fenómeno geriátrico.
O contraste com o passado recente é doloroso. O Benfica de Jesus fazia lembrar o Isaías, isto é, fazia dez remates em dez minutos, era um frenesim de oportunidades e golos, uma descarga neptuniana de electricidade. Finalmente tínhamos uma equipa que jogava à velocidade dos relatos da rádio. Durante quadro anos, o ritmo do relato e o ritmo do jogo estiveram irmanados, os relatadores não tinham de inventar nada, só tinham de descrever. Mas aquele Maio luciférico apagou a electricidade, que não voltará tão cedo. Nem o mais genial dos relatadores pode dar magia a esta equipa".
Henrique Raposo - Expresso online
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Sócrates: o texto (Daniel Oliveira)
Já se sabe que acho Daniel Oliveira um dos "comentadores" (seja lá o que isso for) que melhor pensa em Portugal.
Discordo dele muitas vezes, mas nem por isso deixo de apreciar como pensa bem.
E um texto demonstra, quase sempre, como pensa - bem ou menos bem - quem o escreve. Não é (como tantas vezes tentam vender) um problema de estilo, de vírgulas, de acentos, ou de gramática. Não. Um bom texto tem um fio, uma textura indecifrável, e (porque não dizê-lo?) uma matemática oculta, que deixa assinada - a traço mais ou menos grosso - a inteligência de quem o escreveu.
O mais recente texto de Daniel Oliveira é, para mim, a prova de tudo isto (ver o link aqui). E - insisto - não concordo com grande parte do que lá vem dito. Mas é um texto - e que texto.
Se quiserem ver a diferença - e porque o assunto é o mesmo -, façam o favor de dar uma saltada aqui (ver link).
Repito: a diferença não está no estilo, na técnica (que, no último caso, é rupestre), ou na gramática. Está mesmo no contraste entre a inteligência do verbo e a pura acefalia.
É pena, mas é mesmo assim.
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Táctica e estratégia (a vida imita o xadrez)
Durante anos - e não é exagero - procurei uma síntese simples que expressasse bem a diferença entre táctica e estratégia.
Trata-se de algo que todos intuímos, mas cuja subtileza se presta pouco ao carácter (forçosamente) estático dos conceitos.
Há um par de meses, descobri em "A vida imita o xadrez" (de Kasparov) a imagem perfeita daquela diferença: o momento da táctica é aquele em que o jogador é forçado a mexer uma peça (sendo que, no xadrez, não é possível "passar"); a estratégia está presente mesmo quando não há peça alguma para mover.
Afinal, a vida imita mesmo o xadrez.
sábado, 12 de outubro de 2013
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
O empreendedorismo e a farsa
Nos últimos tempos tenho-me insurgido muitas vezes contra a conversa fiada do "empreendedorismo". Mas não tenho tido arte nem engenho (e, algumas vezes, paciência) para tornar convincente o que pretendo dizer.
Tenho percebido que passo, quase invariavelmente, por inimigo dos que ousam "inovar" e "empreender".
Nao é nada disso, claro.
Do que sou (e serei sempre) obstinadamente antagonista é da retórica do "empreendedorismo".
O empreendedorismo não é dizer balelas e truísmos com ar convincente. É fazer.
O empreendedorismo não pode ser convertido numa desculpa para diminuir o que se gasta com a instrução de uma população ainda hoje largamente iletrada. E que, agora, parece convencida de que vai "empreender", mesmo que saiba pouco ou nada (e achamos sempre que sabemos muito) sobre quase tudo.
O empreendedorismo jamais pode ser uma retórica porque não é passível de ser ensinado ou transmitido num toque de Midas. É uma pena mas é verdade: ou se é empreendedor ou nao se é. E não há mal algum em não ser, diga-se.
Se gosto de empreendedores? Em geral, sim. Bastante. Porque os admiro.
Só que há poucos. A esmagadora maioria dos que se apresentam como tal (e estou a pensar no Portugal dos últimos anos, onde eles pululam) são apenas desinteressantes e cansativos, quase sempre navegando na mais olímpica ignorância e estupidez.
O "empreendedorismo" que tenho visto a ser vendido em pacotes (inclusivamente por algumas figuras proeminentes no país) é apenas um número reles de pacotilha e que normalmente redunda numa desculpa primária para não fazer nada. Em suma: uma prosápia requentada tão patética quanto, por vezes, imoral (por amesquinhar os outros, tomados sempre por menos espertos).
Vou tentar ilustrar com um exemplo (que os "empreendedores" a que me acabei de referir jamais compreenderão porque acharão todos que estão do lado certo da equação):
Um fala do que já fez. O outro fala do que os outros devem fazer.
Um está preocupado com ele. O outro está preocupado sobretudo com o vizinho.
Um fala 7 minutos. O outro tem direito ao dobro do tempo.
Um vende bens. O outro vende lugares comuns (copiados de almanaques baratos) com um embrulho modernaço.
Um tem nos olhos estampada a inteligência. O outro fere os olhos por pretensiosamente achar que é mais inteligente que os demais.
Um vende uma ideia. O outro teve um cargo por iniciativa governamental.
Um rechaça numa penada o comentario hostil e invejoso. O outro tem a turba com ele, embevecida pela arte do espertalhão que demonstra que, afinal, tudo é simples.
(Sim, porque segundo esta "doutrina", é sempre tudo muito simples. Os outros é que não pensam, é que não sabem, é que nao vêem...)
Ah, e tal... Mas essa conversa é só porque um é um "menino da linha" e o outro podia ter nascido no Linhó.
Não! Trata-se do que eles dizem e tão-só disso mesmo: experimentem tapar a imagem dos vídeos e concluirão que é disso que se trata. Aliás, nunca preferi o que é benzoca.
Convém, aliás, notar que não há aqui culpa de ninguém: tanto um como o outro estão a fazer pela vida, coisa que, essa sim, respeito (porque há também os "empreendedores" de sofá, que são ainda piores). Só que um faz por si; o outro faz a vida à custa do desânimo dos outros: vende ideias (pueris) - coisa a que tem direito - e há quem, desesperado, as compre.
Enfim.
É uma chatice ser útil saber ler e escrever (até porque fica caro para os pais e para o Estado).
É uma chatice dar jeito estudar e aprender a fazer, competentemente, qualquer coisa (o que agora se confunde com "perda de tempo" porque, afinal, "não é preciso nem vale a pena").
E é muito aborrecido ter que parar, às vezes, para pensar com tino nas coisas, em vez de só se gastar tempo a pretender fazer com que outrem pense que já pensámos em tudo.
Por isso, o que está na moda é brincar aos empresários.
Ou, pelo menos, dizer que se conhecem alguns, com quem passámos 5 inolvidáveis minutos.
E depois bullshitar outra vez. De preferência, sem parar. Até os outros serem vencidos pelo cansaço.
Resumo-me à minha insignificância: não sou um empreendedor. Nem dos bons (o que tenho pena), nem dos maus (o que é um alívio).
Nao crio - isso de certeza - "propostas de valor", ou "sinergias". Nem vejo "para além da curva".
Mas se um dia esse talento - o de verdadeiramente empreender -, por uma coincidência feliz, me calhar em sorte, não vou perder tempo a maçar os outros, lembrando-lhes o quão pouco "empreendem". É que terei pouco tempo senão para, simplesmente, fazer.
PS - Ricardo Araújo Pereira criticou os personagens dos dois vídeos. Com a inteligência habitual, zurziu o homem que "bate punho". Mas criticou também o outro. Mal. Porque o fez somente com o argumento de que o Martim se pôde financiar com os pais, enquanto a generalidade das pessoas o não pode fazer. E daí? Sugerirá RAP que quem tem meios deve cruzar os braços?
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
domingo, 29 de setembro de 2013
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
sábado, 14 de setembro de 2013
domingo, 11 de agosto de 2013
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